Amor é uma mistura de ” me deixa em paz ” com ” volta aqui, fica mais um pouco.
Los Hermanos   (via re-construtiva)

(Source: latejado, via re-construtiva)

Gosto de coisas antigas,
De coisas toscas,
De poesia,
As vezes acho que sou velho demais, pra mim.
— Rodrigo Victor  (via baudepoesias)

(Source: d-e-n-g-o, via incertezasnoamor)

(Source: suculents, via gabrielcezar)

Meu tipo preferido de gente é aquela que espirra engraçado, que ri com a mão na barriga, que canta e dança qualquer música. Aquele tipo de gente que tropeça e finge que tá correndo, que sai de pijama na rua, que acorda rindo. Gente que não planeja tudo. Gente que pede licença, que diz “obrigado”, que pede desculpas, que chora assistindo filme. Aquele tipo de gente que é muito sincera, mas sabe quando e como falar, aquele que conversa olhando nos olhos. Aquela gente que diz que te ama, que mexe no cabelo dos outros, que lê as coisas no elevador, que conta piada, que joga conversa fora, que te organiza uma festa surpresa, um almoço ou um jantar surpresa… Aquele tipo de gente que te faz sorrir, que te faz sentir importante, que se importa. Aquele tipo de gente que não tem vergonha de ser feliz. Gente que gosta de gente!
— Pretty Little Liars.  (via minhasmeiaspalavras)

(via minhasmeiaspalavras)

O meu desafio é andar sozinho, esperar no tempo os nossos destinos. Não olhar pra trás, esperar a paz o que me trás, a ausência do seu olhar. Trás nas asas um novo dia, me ensina a caminhar, mesmo eu sendo menino aprendi. Oh meu Deus me trás de volta essa menina, porque tudo que eu tenho é o seu amor, João de Barro eu te entendo agora, por favor me ensine como guardar meu amor.
Maria Gadú. (via enfimsaudades)

(Source: b-elong, via enfimsaudades)

Me disseram para ler alguns capítulos de cada vez, mas eu não gosto de ler os livros dessa forma. Leio logo metade na primeira vez.
— As vantagens de ser invisível (via livrariapessoal)

brunavieira:

“Cada pessoa é um mundo. Cada pessoa tem sua própria chave e a dos outros nada resolve, só se olha para o mundo alheio por distração, por interesse, por qualquer outro sentimento que sobre nada e que nos é vital, o ‘mal de muitos’ é consolo, mas não é solução.”

brunavieira:

Cada pessoa é um mundo. Cada pessoa tem sua própria chave e a dos outros nada resolve, só se olha para o mundo alheio por distração, por interesse, por qualquer outro sentimento que sobre nada e que nos é vital, o ‘mal de muitos’ é consolo, mas não é solução.”

preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,
teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento
das horas ponha um frêmito em teus cabelos…
É preciso que a tua ausência trescale
sutilmente, no ar, a trevo machucado,
as folhas de alecrim desde há muito guardadas
não se sabe por quem nalgum móvel antigo…
Mas é preciso, também, que seja como abrir uma janela
e respirar-te, azul e luminosa, no ar.
É preciso a saudade para eu sentir
como sinto - em mim - a presença misteriosa da vida…
Mas quando surges és tão outra e múltipla e imprevista
que nunca te pareces com o teu retrato…
E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te.
— Mário Quintana  (via oxigenio-dapalavra)

(Source: flores-e-haicais, via trecho-de-livros)

Se não fossem as minhas malas cheias de memórias
Ou aquela história que faz mais de um ano
Não fossem os danos
Não seria eu
Clarice Falcão  (via nevou)

(Source: 1andorinha, via epistolar)

Sinto saudades de quem não me despedi direito, das coisas que deixei passar, de quem não tive mas quis muito ter.
Clarice Lispector  (via importunos)

(Source: resigno, via epistolar)

Podia ter sido diferente. Não era pra eu ter falado com você naquela tarde. Não era pra gente se conhecer, nem criar assuntos. Não era pra gente começar a ter uma amizade forte, e dessa amizade, sair algo a mais. Eu não ponho culpa do destino. Nós somos os culpados.
Manuscrituras (via enfimsaudades)

(Source: manuscrituras, via enfimsaudades)

E se eu morresse agora? Eu não andaria mais pelas ruas da cidade, não pegaria mais aqueles ônibus e não sorriria para alguns estranhos simpáticos. Eu não atenderia os telefonemas dos meus pais, nem responderia as mensagens de texto dos meus amigos. Eu não iria mais encontrar com as pessoas com quem estudo, não tiraria mais dúvidas com os professores e não sairia para comer na loja de conveniência que fica perto do meu prédio. Ninguém jamais voltaria a ouvir uma só palavra minha, e as músicas que tocarão nas rádios causariam angustia para quem já as ouviu de mim. Ninguém voltaria a presenciar meus ataques de risos espontâneos, e o som da minha gargalhada se calaria para sempre. Nunca mais poderia eu reclamar da vida, do que me falta e do que me faz mal. Alguém de repente passaria a apreciar os meus surtos? Irá alguém dizer que preferiria mil vezes me ouvir reclamar a presenciar o barulho do meu silêncio?
Depois de uma semana, quando passarem em frente a minha casa, lembrarão que foi ali que vivi? Lembrarão de mim?
Casebre.   (via amoresexia)

(Source: casebre, via flores-no-asfalto)

Azar de quem não chorou ao som de uma canção de amor. Que não riu dos pássaros voando por aí. Que não se inebriou com o aroma e com as cores das flores. Azar de quem amou pouco e com esse pouco nada soube da vida.
Caio Augusto Leite.  (via re-construtiva)

(via re-construtiva)